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Homem também tem direito ao pré-natal

Homem também tem direito ao pré-natal


Engana-se quem pensa que o homem não deseja acompanhar as consultas de pré-natal da esposa. Uma pesquisa com parceiros de gestantes atendidas pelos SUS, mostrou que 94% deles gostariam de ir junto a uma consulta. Os pesquisados também responderam que se sentiram frustrados por terem o seu direito negado quando manifestaram o desejo de entrar na sala de consulta..


Os homens, em sua grande maioria, tendem a se negar a realizar prevenção e autocuidado frente a problemas de saúde a que estão expostos; sendo assim, geralmente, a população que mais sofre com o agravamento de doenças e que procuram atendimento médico já nos estágios mais avançados.


Pensando nisso, foi criada pelo SUS a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH) na tentativa de promover a procura de homens pelos serviços de saúde para prevenção de doenças, com qualidade de vida e evitar que elas se agravem e avancem.


Outra característica masculina é a ideologia de que o pré-natal é um atendimento em saúde de responsabilidade da gestante, sem necessidade de sua participação ativa e cooperativa.


Dessa maneira, essa Política promove também participação do homem nos cuidados do pré-natal e do parto e tem como objetivo a paternidade responsável, presente e cuidadora, pois trata-se da possibilidade de o homem acompanhar o desenvolvimento e crescimento da criança, preparar-se para a paternidade além de fortalecer o vínculo com os serviços de saúde e com a parceira.


O pré-natal masculino é ofertado nas unidades de saúde do município, sendo assim, homens interessados, deverão procurar a unidade mais próxima de sua residência.


“O pré-natal do parceiro fortalece a ideia dos homens que acompanham suas parceiras nas consultas médicas periódicas para ofertar exames de rotina e testes rápidos, atualização do cartão de vacinação, além da participação das ações educativas e de planejamento familiar nas unidades de saúde”, disse o subgerente de Programas em Saúde, Filipe Costa Vieira.


*Colaboração: Ministério da Saúde